terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Psicometria: Animismo ou Mediunidade?

Primeiramente, a definição de médium:
“Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo XIV).
Portanto, mediunidade é a capacidade de perceber a influência dos Espíritos (pelo entendimento geral, desencarnados). Diz-se também, que é a capacidade de produzir certos fenômenos com o apoio deles (os Espíritos desencarnados).
Já o Animismo indica um fenômeno, um conhecimento ou uma capacidade da própria pessoa, que não depende do apoio de Espíritos desencarnados.
Assim, podemos dizer que a psicofonia, psicografia etc, são fenômenos mediúnicos, quando há um espírito comunicante. Entretanto, são anímicos quando o próprio "médium" é o autor da comunicação.
Fenômenos normalmente dados como mediúnicos:
  • Psicografia
  • Pisicofonia
  • Vidência
  • etc.

Fenômenos normalmente dados como Anímicos:
  • Sonambulismo
  • Dupla Vista
  • Telepatia
  • Bilocação
  • Clarividência (não confundir com a vidência mediúnica)
  • etc

Alguns fenômenos anímicos, muitas vezes são erroneamente entendidos como mediúnicos, como a clarividência, passe magnético, dupla vista, psicometria.
A psicometria é a capacidade de "ler" alguma matéria física. Psicômetros são capazes de ver cenas do passado de tal ou qual objeto (em casos raros, ver seu futuro). Nesse caso NÃO HÁ a necessidade do intercâmbio com entidades desencarnadas, portanto entendo que o fenômeno é anímico.

É importante notar que em várias obras espíritas (inclusive algumas clássicas) a psicometria é entendida como uma capacidade mediúnica. Mesmo assim, e com o respeito que devemos a esses grandes pesquisadores, como Ernesto Bozzano, e sua contribuição à ciência espírita, entendemos que a psicometria é uma habilidade anímica, que pode ter eventualmente algum apoio espiritual.

Documentário Data Limite Segundo Chico Xavier

"Há sinais de Esperança. Em um mundo de loucura, há sinais de Esperança! Há um espírito de cooperação se desenvolvendo em pequena escala, em milhares de lugares no mundo. E isso deve ser como sementes, que precisam ser regadas, multiplicadas e espalhadas. E com esse espírito de cooperação, desistindo do ego, em favor de querer servir a humanidade, fazer a diferença e ajudar a construir um planeta melhor. Continuamente, há esperança! Essa é realmente a razão pela qual acredito em milagres e acho que isso vai acontecer".

Paul Hellyer, ex-Ministro de defesa do Canadá, no documentário "Data Limite Segundo Chico Xavier"

Documentário: Data Limite Segundo Chico Xavier