quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Obreiros da Fraternidade

O livro “Nas Fronteiras da Loucura”, de Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco, nos traz várias revelações sobre a atuação de obsessores desencarnados, principalmente nos momentos das festas do carnaval, quando a bebida, as drogas e a sensualidade exagerada campeiam em nosso mundo, causando enorme desequilíbrio espiritual. Entretanto, ele descreve também a atuação firme e constante de trabalhadores do bem, que minimizam os efeitos nocivos causados pelo desequilíbrio geral, realizam resgates de espíritos sofredores e tentam direcionar encarnados e desencarnados ao equilíbrio das emoções e sentimentos.

Um trecho específico versa sobre o sacrifício desses Espíritos Abnegados, que muitas vezes adentram áreas tomadas por vibrações negativas:


“Graças às cargas mefíticas dos pensamentos vulgares que sustentam tais climas, os obreiros da  fraternidade, ajudando, sofrem as condições da área de trabalho, empestada, que asfixiam e das descargas magnéticas violentas que agitam as  vibrações con densadas.


São verdadeiros cireneus, que se sacrificam visando o bem do próximo, em demoradas tentativas de benemerência sob o contributo da renúncia pessoal e do sacrifício. Muitos deles dispõem de títulos  de enobrecimento que os promovem ao trabalho em  outros campos mais elevados e pacíficos, todavia,  preferem demorar-se onde a dor é mais aguda, não  obstante para ajudar devam sofrê-la...”


Muitos deles são Espíritos que já tem méritos para ascender a mundos mais felizes que o nosso, mas preferem permanecer em nosso ambiente, por compaixão por aqueles que ainda sofrem e encontram-se perdidos.

São um exemplo para nós, trabalhadores espíritas, que muitas vezes fugimos ao trabalho no bem por medo de enfrentar a dor, a ingratidão e incompreensão alheia, o estresse natural dessas atividades, que é tão menor que os grandes desafios enfrentados e superados por esses Espíritos de Escol.

Sigamos pois em frente, superando dificuldades sem temor. Sabendo que sofreremos também as consequências do trabalho no bem. Isso é Luz que fazemos na nossa vida.

Correio Espírita: Por que dar espaço para a aflição?

Por que dar espaço para a aflição?

Muitas serão as vezes que passaremos por dúvidas e desespero. Mas isso não é motivo para desistir. Existem ajudantes que acompanham vocês. Não temam. Continuem firmes. Não deem ouvidos aquilo que não leva ao bem. Estamos sustentando vocês. Fé sempre.

Um abraço fraterno.

Mensagem de uma irmã desencarnada.
Reunião de Estudos Mediúnicos no CEIC em 06/10/2015.




A mensagem foi claramente direcionada ao grupo, no intuito de fortalecer a confiança e a fé no apoio dado pelos Espíritos que coordenam os trabalhos. Muitas vezes sentimo-nos fracos perante as dores e dificuldades comezinhas da vida. Os benfeitores espirituais então sentem a necessidade de mostrar que estão ao nosso lado. Nesses momentos temos então a esperança, a fé e as forças renovadas para dar continuidade ao serviço no Bem Geral.