quinta-feira, 26 de maio de 2011
Espírito e Matéria
“Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. (...)"
O Livro dos Espíritos, questão 27.
Essa questão, contida no capítulo segundo de "O Livro dos Espíritos" (LE) abrange um dos assuntos menos compreendidos pelos neófitos (e mesmo veteranos) da Doutrina Espírita, apesar de ser bastante claro e simples. Espírito e Matéria são os dois elementos gerais da Criação. Ambos se entrelaçam no espaço e no tempo, moldando-se mutuamente segundo as Leis eternas e imutáveis do Criador.
Para iniciar, daremos uma noção do que sejam esses dois elementos.
A questão 22 do LE nos explica que a matéria, do ponto de vista dos encarnados, é aquilo que nos impressiona os sentidos. Entretanto, ela pode existir em estados imperceptíveis a nós, etérea e sutil, mas ainda assim, matéria. Mais adiante os Espíritos nos ensinam que a matéria é o instrumento de que o Espírito se serve para atuar no Universo. Assim, poderíamos dizer que a matéria é um instrumento ou uma ferramenta para o Espírito exercer sua ação.
Já na questão 23, Kardec questiona sobre o que é o espírito (com 'e' minúsculo). E os Espíritos respondem: é "O princípio inteligente do Universo". É importante observar que nesse capítulo, por convenção, a palavra espírito (grafada com 'e' minúsculo) quer designar o princípio espiritual da criação. E Espírito (capitalizada) indica o ser, a individualidade espiritual. No decorrer do capítulo, aprendemos que o espírito (elemento) une-se naturalmente à matéria e, em uma série de transformações e durante milhões de anos transforma-se em individualidade espiritual (Espírito) [1].
Aprendemos também que a inteligência é o principal atributo do elemento espiritual. Um outro atributo basilar desse elemento é sua capacidade de evoluir, de se organizar, de se aperfeiçoar de tal forma que é ele que dita os rumos da formação da matéria e evolução da Vida nos diversos mundos que povoam o Infinito. Um detalhe importante a ser observado é que, ao evoluir, o espírito não retrograda. Não há a possibilidade de retroceder na escala evolutiva. O caminho espiritual é sempre para adiante. Segundo os Espíritos, essa é uma característica que faz parte essencial da Lei de Evolução.
Com relação a esse assunto, lembramos uma questão que poucos compreendem ao estudar esse capítulo do LE. A de número 25:
O espírito independe da matéria, ou é apenas uma propriedade desta, como as cores o são da luz e o som o é do ar?
“São distintos uma do outro; mas, a união do espírito e da matéria é necessária para intelectualizar a matéria.” [2]
Intelectualizar a matéria é uma expressão quase poética utilizada pelos Espíritos da Codificação e significa exatamente moldar a matéria em elementos primitivos, átomos, moléculas, proteínas etc, a ponto de chegar a gerar o fenômeno conhecido como Vida, a diversidade dos seres e, posteriormente a formação das paixões, dos sentimentos e enfim, da inteligência.
Para isso, o espírito (ou princípio espiritual) estagia nos vários reinos da natureza, sempre evoluindo, lenta mas progressivamente, até chegar à sua individualização (torna-se um ser, uma entidade, um Espírito). Mas isso será tratado em artigo posterior, pois merece atenção especial.
Por enquanto basta-nos entender que o Universo é formado por dois elementos gerais: a matéria e o espírito. Que este utiliza-se daquela para evoluir e construir os impérios estelares e a infinidade da Vida que deslumbram o Homem desde o início da História.
[1] Para uma descrição mais detalhada e técnica, ver "Evolução em Dois Mundos" livro do Espírito André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
[2] Observar que nessa questão os Espíritos nos afirmam que os dois elementos, espírito e matéria, são essencialmente distintos um do outro. Assim espírito não é matéria nem descende dela. E o contrário também não ocorre. Espírito tem origem própria. Matéria tem origem própria.
domingo, 15 de maio de 2011
Sobre o Capítulo "Preces Espíritas"
É comum entre os Espíritas dar-se maior importância a certos livros da vasta literatura que temos ao nosso dispor. Um exemplo disso encontra-se entre os cinco livros da Codificação. Muitos dão enorme importância ao Livro dos Espíritos e ao Evangelho Segundo o Espiritismo, e pouca relevância ao Livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno e A Gênese. Mesmo contendo esses três últimos ensinamentos importantíssimos para a formação de uma base espírita consistente.
Mas mesmo entre os dois livros mais lidos citados acima, muitos ignoram certos capítulos e trechos extremamente esclarecedores. Por exemplo, a Introdução de O Livro dos Espíritos nos traz uma apresentação inicial importante do que é o Espiritismo, de que trata a Doutrina e do pensamento de Kardec. Coisa enormemente útilo àquele que deseja realmente instruir-se.
Já no Evangelho Segundo o Espiritismo, muitos deixam de lado um interessante capítulo: o último, de número 28 – Coletânia de Preces Espíritas. Lá Kardec exemplifica diversas formas de prece. De como se dirigir a Deus e aos Bons Espíritos. Há de se notar entretanto que são apenas exemplos e não fórmulas prontas. É uma base na qual podemos construir nossas próprias orações diárias. E isso está muito bem explicado no preâmbulo do capítulo, o qual recomendamos a leitura atenta.
Uma pequena prova da relevância desse capítulo é dada no relato que se segue.
Costumo fazer com a família o Estudo do Evangelho no Lar semanalmente. Para os que não conhecem, trata-se de uma pequena reunião familiar, de cerca de meia hora de duração, onde estudamos o Evangelho Segundo o Espiritismo, discutindo suas nuances e trocando idéias, com o objetivo de fortalecer os laços da família com Deus e com o Plano (mundo) Espiritual ou Plano Superior. Muitos costumam abrir o livro aleatoriamente e é fato conhecido que certas mensagens adequam-se perfeitamente às necessidades dos ouvintes no momento.
Certa feita, estando eu passando por uma situação particularmente difícil na minha vida, no dia do Estudo do Evangelho, reuni a família na hora aprazada e fizemos uma oração inicial e uma leitura preparatória, como é de praxe. Pedi então que meu filho abrisse o Evangelho em uma página qualquer. Ele então me entregou o livro aberto exatamente num trecho do capítulo das preces, entitulado “Ato de Submissão e Resignação”, que transcrevo aqui:
30. PREFÁCIO. Quando um motivo de aflição nos advém, se lhe procurarmos a causa, amiúde reconheceremos estar numa imprudência ou imprevidência nossa, ou, quando não, em um ato anterior. Em qualquer desses casos, só de nós mesmos nos devemos queixar. Se a causa de um infortúnio independe completamente de qualquer ação nossa, é ou uma prova para a existência atual, ou expiação de falta de uma existência anterior, caso, este último, em que, pela natureza da expiação, poderemos conhecer a natureza da falta, visto que somos sempre punidos por aquilo em que pecamos. (Cap. V, nos 4, 6 e seguintes.)
No que nos aflige, só vemos, em geral, o presente e não as ulteriores conseqüências favoráveis que possa ter a nossa aflição. Muitas vezes, o bem é a conseqüência de um mal passageiro, como a cura de uma enfermidade é o resultado dos meios dolorosos que se empregaram para combatê-la. Em todos os casos devemos submeter-nos à vontade de Deus, suportar com coragem as tribulações da vida, se queremos que elas nos sejam levadas em conta e que se nos possam aplicar estas palavras do Cristo: “Bem-aventurados os que sofrem.” (Cap. V, no 18.)
Há de se notar a perfeita sintonia entre aquilo que eu necessitava escutar naquele momento e o que surgiu na abertura "aleatória" do livro. Sabemos que o Munto Espiritual constantemente intervém no nosso, principalmente através dos canais da intuição. Nessas reuniões, é comum os Espíritos guiarem o ato mecânico de abrir um livro para que caia num texto específico, útil para os que estão ouvindo.
Com relação a isso, há um caso interessantíssimo que vivenciei no CEIC - Centro Espírita Irmãos do Caminho. Mas que ficará para um próximo post, que pretendo escrever em breve. Até mais.
terça-feira, 10 de maio de 2011
O Kardec Cético
Em idade madura, Kardec interessou-se pelos fenômenos de Magnetismo Humano ou Magnetismo Animal, estudados e divulgados por Franz Anton Mesmer. Em 1854 um grande amigo de Kardec, o senhor Fortier, o convidou a observar um fenômeno muito comum na sociedade europeia naqueles tempos, chamado de "As Mesas Girantes". Segue-se um diálogo entre eles [2]:
O sr. Fortier um dia falou-lhe: “Eis uma coisa mais do que extraordinária — não somente magnetizam uma mesa, fazendo-a girar, mas também a fazem falar; perguntam coisas e a mesa responde”.
Allan Kardec replica: “Isto é outra questão: acreditarei quando puder ver com os meus próprios olhos e quando me provarem que a mesa tem um cérebro para pensar, nervos para sentir e que pode tornar-se sonâmbula: por enquanto, seja-me permitido dizer que tudo isso me parece um conto para fazer dormir em pé”.
Aí temos uma primeira vista do ceticismo de Kardec. É sabido que ele havia negado outros convites para estudar tal fenômeno. Entretanto, após observar algumas sessões a pedido do sr. Fortier, Kardec se convence de que o fato merecia ser estudado e passa a buscar a origem do movimento das mesas e qual a fonte das respostas inteligentes dadas por elas.
Tempos depois em a introdução de "O Livro dos Espíritos" ele mesmo esclarece:
"O ser misterioso que assim respondia, interrogado sobre a sua natureza, declarou que era Espírito ou Gênio, declinou um nome e prestou diversas informações a seu respeito. Há aqui uma circunstância muito importante, que se deve assinalar. É que ninguém imaginou os Espíritos como meio de explicar o fenômeno; foi o próprio fenômeno que revelou a palavra. Muitas vezes, em se tratando das ciências exatas, se formulam hipóteses para dar-se uma base ao raciocínio. Não é aqui o caso."
Nessa mesma introdução, Kardec dedica alguns trechos à questão do embuste, fato comum já em sua época. E no "Livro dos Médiuns", dedica um capítulo inteiro ao assunto: o de número 28 - "Do Charlatanismo e do Embuste". Isso demonstra uma preocupação especial de Kardec ao problema da fraude dentro do espiritismo.
Não somente fraudes são indicadas como perigos a serem enfrentados, mas também a tendência de muitas pessoas em aceitar como verdadeiras, facilmente e sem racionalizar, certas 'histórias maravilhosas'. Em a "Revista Espírita" de março de 1863, no artigo "Fotografia de Espíritos", Kardec escreve:
"(...) é preciso pensar maduramente antes de atribuir aos Espíritos todos os fenômenos insólitos que se não podem explicar. Um exame atento mostra, na maioria das vezes, uma causa inteiramente material, que não tinha sido percebida. É uma recomendação expressa que fazemos em O Livro dos Médiums".
Nesse mesmo artigo Kardec conta a história de um rico lorde (ele não expõe o nome) que perdera sua irmã e entrara em lastimável e duradoura angústia. Abandona sua atividade preferida, a fotografia, e passa cerca de quatro anos em viagens. Ao regressar, torna a se interessar pelo antigo hobbie e, após uma sessão de fotos na capela onde fora sepultado o corpo da amada irmã, percebe que o positivo mostrava a silhueta dela, transparente mas em perfeitos detalhes.
Sua primeira reação foi crer numa aparição, mas logo percebeu seu engano. O efeito fora obtido acidentalmente através do que conhecemos hoje como dupla exposição. Anos antes ele havia utilizado aquela mesma placa para tirar uma fotografia da irmã.
Deve-se notar o extremo cuidado que Kardec teve com a "filtragem" dos fatos que chegaram até ele. Sobre isso, há uma famosa frase atribuída a ele: "É melhor rejeitar mil verdades que aceitar uma só mentira".
Que o exemplo de razão, bom senso, discernimento e espírito científico do Ilustre Codificador ilumine os Espíritas da atualidade.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec
[2] http://www.espirito.org.br/portal/cursos/cbe-adep/caderno01-kardec.html
domingo, 8 de maio de 2011
Casos Espíritas: Auxílio do Alto
Conta-se (e esse caso eu não presenciei e portanto não posso atestar completa acuidade/veracidade de fatos e detalhes) que no ano de 2010, em um dos dias de reunião pública, uma mãe acompanhada de sua filha de cerca de 9 anos precisou sair do centro com uma certa urgência atendendo a um pedido de sua outra filha mais velha, que pedia que a buscasse num outro bairro de Natal. Achando que regressaria rapidamente, deixou a filha mais nova assistindo a palestra pública. Para sua surpresa entretanto, ela deparou-se com congestionamentos não esperados no trajeto todo, terminando por se atrasar muito.
Ocorre que, durante a palestra, a criança, cansada, terminou por adormecer, deitando-se em dois bancos em local mais reservado no salão, permanecendo praticamente imperceptível aos frequentadores e trabalhadores. O tempo passou e a palestra terminou, bem como a sessão de passes. Os trabalhadores da casa não viram a menina dormindo e fecharam o centro.
A mãe chega cerca de vinte minutos após os trabalhadores terem saído. O Centro às escuras, portões fechados. E a pobre mulher se desespera. Liga para conhecidos do centro, que acorrem a socorrê-la, abrindo novamente o estabelecimento. Procuram em todos os locais mas a menina não se encontra por lá.
Angustiada, ela liga para a polícia, que avisa às viaturas para ficarem atentas. Cerca de uma hora depois, a polícia entra em contato informando que havia encontrado a criança desaparecida. A menina estava bem e a salvo.
Segue o relato dado posteriormente pela mãe e confirmado pelos policiais: A menina havia acordado pouco após o fechamento da casa. Sozinha e no escuro, ela pulou o muro ganhando a rua e tentou seguir para casa. Uma das viaturas a encontrara a cerca de dois quilômetros do centro. Ela estava bem e conversando com uma moça simpática em vestes claras, que a acompanhava. O policial as abordou perguntando nome da menina e informando que a mãe à estava progurando já muito preocupada. A moça entregou a menina ao policial, que a colocou rapidamente na viatura e virando-se para perguntar quem era a moça que cuidara da menina durante todo aquele tempo, não a viu mais. Ela simplesmente desaparecera na noite.
Supondo esse relato verdadeiro, podemos estar tratando de um raro fenômento de materialização ou aparição espiritual que visava obviamente auxiliar e proteger a menina. Em outras religiões, tal Espírito poderia ser chamado de Anjo da Guarda ou Anjo Protetor. No Espiritismo nos ensina entretanto que tais Anjos são apenas Espíritos como nós, que evoluíram e ganharam a permissão de ser missionários do Bem na Terra.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Aparições Espirituais
Em diversas perguntas aos Espíritos da Codificação, Kardec explica que as aparições são possíveis a quaisquer classe espiritual, desde os mais primitivos aos mais evoluídos, sendo que o que motiva cada um varia enormemente. Os primitivos buscam divertir-se, assustar ou vingar-se, muitas vezes tentando causar medo aos que os vêem. Já os mais evoluídos buscam propósitos superiores como a promoção da crença na vida após a morte, a esperança e o bem estar geral.
Mas adiante, no mesmo capítulo, fala da possibilidade desses espíritos tomarem formas diversas, por exemplo quando pergunta se as 'asas' que algumas aparições apresentam são realmente parte do Espírito:
Os Espíritos que aparecem com asas têm-nas realmente, ou essas asas são apenas uma aparência simbólica?
“Os Espíritos não têm asas, nem de tal coisa precisam, visto que podem ir a toda parte como Espíritos. Aparecem da maneira por que precisam impressionar a pessoa a quem
se mostram. Assim é que uns aparecerão em trajes comuns, outros envoltos em amplas roupagens, alguns com asas, como atributo da categoria espiritual a que pertencem.”
O propósito disso é adequar-se à fé e as crenças de quem desejam passar alguma boa mensagem. A aparência angélica causa a tranquilidade, o conforto e a credibilidade para pessoas de diversas crenças religiosas. Assim, fica mais fácil transmitir algo de bom, alguma mensagem edificante.
Um interessante ponto de esclarecimento nesse capítulo é aquele em que Kardec pergunta o porque de tais aparições não serem generalizadas e por que não ocorrem amplamente, para que todos possam crer na existência dos Espíritos:
Que inconveniente haveria em ser permanente e geral entre os homens a possibilidade de verem os Espíritos? Não seria esse um meio de tirar a dúvida aos mais incrédulos?
“Estando o homem constantemente cercado de Espíritos, o vê-los a todos os instantes o perturbaria, embaraçar-lhe-ia os atos e tirar-lhe-ia a iniciativa na maioria dos casos, ao passo que, julgando-se só, ele age mais livremente. Quanto aos incrédulos, de muitos meios dispõem para se convencerem, se desses meios quiserem aproveitar-se e não estiverem cegos pelo orgulho. Sabes muito bem existirem pessoas que hão visto e que nem por isso crêem, pois dizem que são ilusões (...)
Se as aparições fossem generalizadas, a infinidade de Espíritos terminaria por perturbar os encarnados. Além disso, e mais importante ainda, tal fenômeno terminaria por dificultar que os encarnados se utilizassem livremente de seu livre arbítrio, tirando-lhes a iniciativa na maioria dos casos. Muitos atos nefastos somente são praticados quando o executor pensa estar só, de forma que não seja condenado depois. A constante visão dos Espíritos tiraria essa escolha de muitos. A uma primeira vista, alguns poderiam argumentar que isso seria bom, pois grande parte das violências humanas supostamente deixariam de existir. Mas a questão não é tão simples assim. A decisão de fazer ou não o mal deve ser escolha particular de cada um. Se uma pessoa não faz o mal por que há o medo de ser condenada por que a observa, que mérito há nisso? O mérito de deixar de lado o mal e fazer o bem deve estar na consciência do homem, e não no medo. Assim, a virtude da benevolência deve ser conquista particular de cada um. E isso não se aprende por imposição, mas por esforço particular de compreensão e vivência no bem. Não é algo que possa ser imposto 'de fora para dentro'. É algo que aflora 'de dentro para fora'. E o Criador não deseja Espíritos que temam fazer o mal. Ele quer Espíritos que desejem fazer o Bem. Essa é a atitude.
Dessa forma, a resposta dos Espíritos à questão das aparições generalizadas é perfeita e plenamente esclarecedora: seria muito mais prejudicial que benéfica, terminando por trazer confusão e tolhendo a evolução particular dos encarnados.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Casos Espíritas: Desdobramento
A Candeia Viva
É fazer da própria existência a 'Candeia Viva', onde os óleos do bem e do amor, do ideal de servir a Jesus, permanecem ardendo para que haja Luz. E a candeia que se acende, que brilha para iluminar caminhos, não tem outro anseio senão o de consumir-se para que a luz se faça."
Suelly Caldas Schubert, "O Semeador de Estrelas", Cap 8, pág 84.